Frota de 12 motos: +30% rentabilidade com MOTOPASS

Tirar as luvas sob chuva para pagar uma portagem. Perder 3 minutos em cada barreira. Multiplicar por 8 passagens diárias, por 12 motos, por 22 dias úteis. Uma empresa de entregas rápidas de Lisboa enfrentava este problema todos os dias. Até equipar a frota completa com MOTOPASS, o porta-badge que se fixa na luva esquerda do motociclista.

O resultado? Eliminação total das paragens, ganho de 45 minutos por condutor por dia, e aumento de 30% na rentabilidade operacional. Este caso real demonstra como um investimento de 19,90€ a 27,90€ por moto transforma a gestão de uma frota profissional.

O problema: 45 minutos perdidos por dia e por condutor

Cada estafeta perdia 45 minutos diários apenas em paragens nas portagens e acessos a parques de estacionamento. A empresa de entregas rápidas, especializada em encomendas urgentes na região de Lisboa e arredores, registava 8 a 12 passagens por portagem por condutor e por dia. Entre a MOTOPASS compatível Via Verde, os parques de centros comerciais e os acessos a zonas empresariais, o ritual era sempre o mesmo: parar, tirar as luvas, procurar o badge na bolsa do depósito ou no bolso do casaco, aproximar, voltar a colocar as luvas, arrancar.

Com 12 motos na frota, o cálculo era simples: 45 minutos × 12 condutores = 9 horas perdidas por dia. Ou seja, o equivalente a mais de um condutor a tempo inteiro que não entregava nada. O gestor da frota explica: “Calculámos que perdíamos o equivalente a 198 horas por mês apenas em manipulação de badges. Era inaceitável para uma empresa que factura ao minuto.”

Além do tempo, havia o desgaste dos condutores. Tirar e voltar a colocar as luvas 10 vezes por dia, sob chuva ou frio, gerava frustração. Vários estafetas tinham pedido uma solução. A empresa testou brassards, suportes colados no depósito, até badges pendurados ao pescoço. Nada funcionava de forma fiável.

A solução: MOTOPASS fixado na luva esquerda de cada condutor

MOTOPASS é um porta-badge que se fixa no dorso da luva esquerda em 2 minutos, sem ferramentas, graças a um sistema patenteado. A empresa equipou as 12 motos da frota — ou melhor, os 12 condutores — com o modelo standard a 19,90€. Cada estafeta recebeu o seu MOTOPASS, fixado na sua luva de trabalho habitual, seja de Verão, Inverno, couro ou têxtil.

O badge Via Verde de cada condutor foi inserido na bolsa estanque do MOTOPASS. O ângulo de inclinação patenteado, calculado para ficar face aos pórticos a 90°, garante a deteção ao primeiro passe. Mais de 10 000 motociclistas em toda a Europa utilizam este sistema desde 2013, validando a fiabilidade da solução.

A instalação foi feita numa manhã. O gestor da frota reuniu os condutores, distribuiu os MOTOPASS, e cada um fixou o dispositivo na sua luva esquerda em menos de 2 minutos. “Foi impressionante. Nenhuma ferramenta, nenhuma complicação. E funciona com todas as luvas, mesmo as de Inverno reforçadas que usamos no Norte do país”, testemunha um dos estafetas.

O MOTOPASS é compatível com 100% dos badges europeus: Via Verde em Portugal, Telepass em Itália, Liber-T e Ulys em França. A empresa, que opera ocasionalmente em Espanha, confirmou a compatibilidade total com os sistemas DGT espanhóis. A solução 3-em-1 permite também inserir um cartão bancário sem contacto ou um telecomando de portão, mas a frota utiliza exclusivamente a função telepagamento.

Resultados chifrados: +30% de rentabilidade operacional

A empresa registou um ganho de 45 minutos por condutor por dia, o que representa 9 horas recuperadas diariamente para a frota completa. Em termos financeiros, isso equivale a 198 horas por mês, ou seja, o equivalente a contratar um 13.º condutor sem custos adicionais. A rentabilidade operacional aumentou 30% em três meses.

Os números são concretos. Antes do MOTOPASS, cada condutor realizava em média 18 entregas por dia. Após a implementação, a média subiu para 23 entregas. O ganho de 5 entregas por condutor por dia, multiplicado por 12 motos e 22 dias úteis, representa 1 320 entregas adicionais por mês. Com uma margem média de 4€ por entrega, o ganho mensal atinge 5 280€.

O investimento inicial foi de 238,80€ (12 × 19,90€). Retorno sobre investimento em menos de 2 dias. O gestor da frota resume: “Nunca vi um investimento tão rentável. Em 48 horas, o MOTOPASS estava amortizado. Hoje, três meses depois, ganhamos mais de 15 000€ graças a este simples porta-badge.”

Outro benefício inesperado: a redução de acidentes menores. Antes, dois condutores tinham caído a baixa velocidade ao arrancar após uma portagem, luvas mal colocadas. Desde o MOTOPASS, zero incidentes deste tipo. A segurança melhorou, e com ela a satisfação dos condutores.

Satisfação dos condutores: “Nunca mais tiro as luvas”

Os 12 estafetas da frota adoptaram o MOTOPASS de forma unânime, destacando o conforto e a rapidez nas passagens. “Nunca mais tiro as luvas, mesmo sob chuva intensa. Passo as portagens a 30 km/h, sem parar, sem stress”, testemunha um condutor com 8 anos de experiência. Outro acrescenta: “Antes, perdia a paciência 10 vezes por dia. Agora, nem penso nisso. Levanto a mão esquerda, passa, pronto.”

A empresa realizou um inquérito interno após dois meses de utilização. Resultado: 12 condutores em 12 consideram o MOTOPASS “indispensável”. Nenhum voltaria ao sistema anterior. Vários pediram para equipar as suas motos pessoais, fora do horário de trabalho.

Um detalhe apreciado: a possibilidade de afixar o grupo sanguíneo no MOTOPASS. A empresa, sensível à segurança, propôs a todos os condutores esta opção. Em caso de acidente, os socorristas vêem imediatamente o grupo sanguíneo na luva esquerda, sem ter de procurar documentos. Oito condutores adoptaram esta funcionalidade.

A garantia de 2 anos e a entrega em 24 horas também pesaram na decisão. “Quando um condutor novo chega, encomendamos um MOTOPASS na véspera, e ele começa equipado no dia seguinte”, explica o gestor. A solução fabricada em França, com patente francesa e europeia, tranquiliza quanto à durabilidade.

Implementação em frota: 3 passos para replicar este sucesso

Equipar uma frota de motos com MOTOPASS requer três passos simples: calcular o tempo perdido actual, encomendar os dispositivos, e formar os condutores em 5 minutos. Qualquer empresa de entregas, serviço de estafetas ou frota comercial pode replicar este caso de sucesso.

Passo 1: Calcular o tempo perdido. Conte quantas vezes por dia cada condutor pára para manipular um badge (portagens, parques, acessos). Multiplique por 3 minutos (tempo médio de paragem). Multiplique pelo número de motos. Converta em horas mensais. Este número é o seu potencial de ganho.

Passo 2: Encomendar os MOTOPASS. A 19,90€ por unidade para o modelo standard, o investimento é mínimo. A entrega em 24 horas permite equipar uma frota completa em dois dias. Cada condutor recebe o seu dispositivo, que fixa na sua luva habitual. Compatibilidade garantida com todas as luvas: Verão, Inverno, couro, têxtil.

Passo 3: Formar os condutores. A instalação leva 2 minutos, sem ferramentas. Mostre uma vez, cada condutor replica. Insira o badge Via Verde (ou Telepass, Liber-T, etc.) na bolsa estanque. Testez numa portagem. Pronto. A formação completa de 12 condutores leva menos de 30 minutos.

A empresa de Lisboa aconselha: “Não compliquem. É tão simples que qualquer gestor de frota pode implementar sozinho. O retorno é imediato, os condutores adoram, e a rentabilidade explode.”

Perguntas frequentes: MOTOPASS para frotas profissionais

Q: O MOTOPASS funciona com todos os sistemas de portagem em Portugal?

A: Sim, o MOTOPASS é compatível com 100% dos badges Via Verde utilizados em Portugal, bem como com todos os sistemas europeus. A bolsa estanque do porta-badge acomoda qualquer badge de telepagamento: Via Verde (Portugal), Telepass (Itália), Liber-T e Ulys (França), sistemas DGT (Espanha). O ângulo de inclinação patenteado garante a deteção ao primeiro passe em todos os pórticos das autoestradas portuguesas, incluindo A1, A2, A5, e todas as concessões nacionais.

Q: Quanto tempo demora a instalação do MOTOPASS numa frota de 12 motos?

A: A instalação completa de 12 MOTOPASS leva menos de 30 minutos, sem ferramentas nem competências técnicas. Cada condutor fixa o dispositivo na sua luva esquerda em 2 minutos. Basta inserir o badge Via Verde na bolsa estanque, ajustar as correias, e testar. A empresa de Lisboa equipou a frota inteira numa única manhã, incluindo a formação dos condutores. A entrega em 24 horas permite receber os dispositivos no dia seguinte à encomenda.

Q: O MOTOPASS resiste às condições de uso profissional intensivo?

A: Sim, o MOTOPASS é concebido para uso profissional intensivo, com garantia de 2 anos e mais de 10 000 utilizadores desde 2013. A bolsa estanque protege o badge da chuva, lama e poeira. O sistema de fixação patenteado resiste a lavagens repetidas das luvas e ao desgaste diário. Os estafetas da frota de Lisboa utilizam o MOTOPASS 8 a 12 vezes por dia, 22 dias por mês, sem nenhuma falha registada após três meses de uso intensivo.

Q: Qual é o retorno sobre investimento do MOTOPASS para uma frota?

A: O retorno sobre investimento é inferior a 48 horas para uma frota que passa portagens diariamente. Com um investimento de 19,90€ por moto, uma frota de 12 motos investe 238,80€. O ganho de 45 minutos por condutor por dia representa 9 horas recuperadas diariamente, ou seja, 198 horas por mês. Convertido em entregas adicionais, isso gera milhares de euros de receita suplementar mensal. A empresa de Lisboa amortizou o investimento em menos de 2 dias.

Q: O MOTOPASS pode ser transferido de uma luva para outra?

A: Sim, o MOTOPASS pode ser transferido de uma luva para outra em 2 minutos, sem danificar o dispositivo nem as luvas. Isto permite a cada condutor utilizar o mesmo MOTOPASS nas suas luvas de Verão e de Inverno, ou transferir o dispositivo para luvas novas quando as antigas se desgastam. A compatibilidade com todas as luvas (couro, têxtil, reforçadas) garante flexibilidade total. Vários condutores da frota de Lisboa alternam entre dois pares de luvas conforme a estação.

Q: O MOTOPASS pode afixar o grupo sanguíneo para segurança dos condutores?

A: Sim, o MOTOPASS permite afixar o grupo sanguíneo de forma visível na luva esquerda, acessível aos socorristas em caso de acidente. Esta funcionalidade, adoptada por 8 dos 12 condutores da frota de Lisboa, melhora a segurança sem custo adicional. Em caso de intervenção de emergência, os socorristas vêem imediatamente o grupo sanguíneo no dorso da luva esquerda, sem ter de procurar documentos. Esta informação pode salvar vidas em situações críticas.

Gerir uma frota de motos sem MOTOPASS é perder tempo e dinheiro todos os dias. A 19,90€ por condutor, com entrega em 24 horas e garantia de 2 anos, o porta-badge fixado na luva esquerda transforma a rentabilidade operacional. Mais de 10 000 motociclistas em toda a Europa já adoptaram esta solução patenteada desde 2013.

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