- 5 Março 2026
- By MotoPass
- In Actualites motopass
- 50
- 0
Chamo-me James, tenho 34 anos e faço todos os dias o trajeto Reading-Londres de moto. 65 quilómetros pela M4, com portagens à entrada da capital. Antes de descobrir MOTOPASS, perdia sistematicamente 30 minutos por dia só por causa dos portagens e dos pagamentos.
Tirar as luvas. Procurar a carteira. Pagar. Voltar a calçar as luvas. Repetir ao regresso. No inverno britânico, com chuva e 5 graus, isto transformava-se num pesadelo diário.
Quem conhece a M4 sabe: os portagens à entrada de Londres são inevitáveis. Durante anos, tinha duas opções. Parar completamente, tirar as luvas, tirar a carteira do bolso interior do casaco, pagar, guardar tudo, voltar a calçar as luvas molhadas. Ou então usar a via automática com o badge de telepagamento… que estava na carteira, no bolso interior.
Resultado: perdia entre 12 a 15 minutos de manhã, outros tantos à noite. Sem contar o stress, o frio nas mãos, e o risco de deixar cair algo no chão molhado.
Um colega francês falou-me do MOTOPASS. No início, fiquei cético. Mais um gadget para motociclistas? Mas quando ele me explicou o conceito – um porta-badge que se fixa na luva esquerda – percebi imediatamente o potencial.
Encomendei o meu MOTOPASS por 19,90€. Chegou em 48 horas ao Reino Unido. Instalação? Dois minutos no máximo. Fixei-o na face dorsal da minha luva de inverno esquerda, inseri o meu badge de telepagamento na bolsa estanque, e pronto.
Primeira viagem no dia seguinte. Aproximei-me do portagem da M4 como sempre, mas desta vez mantive as luvas calçadas. Estendi o braço esquerdo – posição completamente natural quando se conduz – e o portagem abriu instantaneamente.
Sem parar. Sem tirar as luvas. Sem procurar nada. Continuei a rolar.
Nesse momento percebi: tinha acabado de recuperar 30 minutos por dia da minha vida.
O que não sabia quando encomendei: MOTOPASS não serve apenas para portagens. É uma solução 3-em-1. Inseri também o meu cartão bancário sem contacto na bolsa. Agora, quando paro para abastecer, pago diretamente com a luva. Sem tirar nada.
E como tenho um portão automático em casa, coloquei também o telecomando na bolsa. Chego a casa, estendo o braço, o portão abre. Três dispositivos num único suporte, sempre acessível, sempre na posição certa.
A bolsa é completamente estanque. Testei durante semanas sob chuva intensa – típica britânica – e os badges mantêm-se perfeitamente secos e funcionais.
O verdadeiro teste chegou em dezembro. Temperaturas negativas, chuva gelada, vento lateral na M4. Condições em que tirar as luvas não é apenas inconveniente – é perigoso. As mãos gelam em segundos, perdem sensibilidade, e voltar a calçar luvas molhadas é uma tortura.
Com MOTOPASS, passei pelos portagens sem alterar nada na minha condução. Braço esquerdo estendido, portagem aberto, continuo. As minhas mãos mantiveram-se quentes e secas durante todo o trajeto.
Calculei: poupa-me 2h30 por semana. Mais de 10 horas por mês. 120 horas por ano. Cinco dias completos recuperados, só por não ter de parar nos portagens.
Uso luvas diferentes conforme a estação. Luvas finas de verão em couro perfurado. Luvas de inverno grossas e impermeáveis. MOTOPASS adapta-se a todas sem problema. A fixação é ajustável e mantém-se firme, independentemente do tipo de luva.
Testei também nas minhas luvas de corrida, mais técnicas e rígidas. Funciona perfeitamente. O ângulo de inclinação do porta-badge – que é patenteado – garante que o badge seja sempre detetado pelos leitores, seja qual for a posição da mão.
MOTOPASS é fabricado em França, com patente francesa e europeia. Mais de 10 000 motociclistas já o utilizam desde 2013. Não é um produto experimental – é uma solução testada e aprovada há mais de uma década.
A garantia de 2 anos dá confiança. E o facto de ser fabricado na Europa garante qualidade e durabilidade. Já uso o meu há oito meses, todos os dias, em todas as condições meteorológicas. Continua como novo.
Antes de MOTOPASS, os meus trajetos Reading-Londres eram stressantes. Sabia que teria de parar, de me expor ao frio, de perder tempo. Agora, rolo de forma fluida, sem interrupções desnecessárias.
Chego ao trabalho mais cedo. Chego a casa mais cedo. Tenho mais tempo para mim, para a família, para fazer manutenção à moto. 30 minutos por dia parecem pouco, mas acumulados fazem uma diferença enorme na qualidade de vida.
E há outro aspeto: a segurança. MOTOPASS permite afixar o grupo sanguíneo no porta-badge. Em caso de acidente, essa informação está imediatamente visível para os socorristas. Um detalhe que pode salvar vidas.
19,90€ para o modelo standard. Menos de 20 euros para recuperar 120 horas por ano. O retorno sobre investimento é imediato. Já para não falar do conforto, da segurança, e da simplicidade de utilização.
Não há instalação complicada. Não há ferramentas necessárias. Não há manutenção. Fixas na luva, inseres os badges, e funciona. Simples, eficaz, durável.
Recomendei MOTOPASS a todos os motociclistas do meu grupo. Vários já encomendaram. Todos têm a mesma reação: “Porque é que ninguém inventou isto antes?”
Para qualquer motociclista que use portagens, que pague sem contacto, ou que tenha portões automáticos. Ou seja, praticamente todos os motociclistas urbanos e pendulares.
Se fazem trajetos diários como eu, o ganho de tempo é imediato e mensurável. Se fazem viagens longas, o conforto de não ter de parar constantemente é inestimável. Se conduzem no inverno, manter as mãos quentes e secas não tem preço.
MOTOPASS não é um acessório supérfluo. É uma ferramenta que resolve um problema real, concreto, que todos os motociclistas enfrentam diariamente.
Desde que uso MOTOPASS, os meus trajetos Reading-Londres transformaram-se. Menos stress, mais fluidez, mais tempo. 30 minutos recuperados todos os dias. E isso, para quem vive de moto, muda tudo.
Pronto para recuperar tempo nos vossos trajetos? Descubram a solução que já equipa mais de 10 000 motociclistas desde 2013.